Vários remédios por dia: como organizar sem duplicar ou esquecer
Quando a lista de remédios cresce, aumenta o risco de confusão. Veja como organizar o dia a dia com calma e sem duplicar doses.
Lembrete de remédio com a voz da família
Na hora do remédio, chega no celular de quem você ama a foto da caixa e um recado gravado por alguém da família. Ela toca em “Já tomei” — e você fica sabendo. Se não tocar, quem cuida é avisado.
Por convite, com a gente do lado nos primeiros passos. Funciona pelo Telegram. Dúvidas? WhatsApp (47) 3407-3070.
A caixinha organizadora já funciona. O que falta é saber — e lembrar: o que ela toma, o que o médico disse, quem levou, o que ficou para depois.
O remédio na hora
Ela confirma com um toque, ou mandando um áudio dizendo “tomei”. Fica anotado a hora e quem confirmou.
O lembrete chega na hora marcada e insiste se ela não responder. De noite, respeita o silêncio que você escolher.
Cada lembrete leva a foto da caixa do remédio. Ela não precisa ler o nome — só reconhecer.
A memória da saúde
Todo médico pergunta, e ninguém sabe de cor. No Tomara está a lista de remédios com a foto da caixa, a dose e o horário — no celular de quem leva à consulta. E o que foi tomado, pulado ou ficou sem resposta, dia a dia.
Quem levou anota como foi, e a receita e o exame ficam anexados na própria consulta, em foto ou PDF. As consultas anteriores ficam guardadas: a família não depende da memória de uma pessoa só.
Consulta e exame com aviso na véspera e duas horas antes, para quem vai levar e para quem precisa saber. O preparo — jejum, suspender um remédio — vai junto do aviso.
A família organizada
Cada um com o seu papel: quem coordena, o suplente, quem dá o remédio, quem manda recado. O aviso de “ainda não tomou” vai para quem foi marcado — ninguém fica de fora, e ninguém é incomodado à toa.
Quando mais de uma pessoa pode dar o remédio — pai e mãe, a avó — o primeiro que dá confirma, e o lembrete do outro se atualiza na hora. Ninguém dá em dobro.
Cada “Já tomei” desconta da caixa. Quando está acabando, quem cuida recebe o aviso — antes de faltar, e não na farmácia de plantão.
Quem toma remédio e quem ajuda a cuidar: filhos, netos, a cunhada que mora perto. Cada um entra por um convite e tem o seu papel.
Foto da caixa, dose, horários, início e fim do tratamento — do jeito que está na receita.
No Telegram dela, uma conversa só, sem propaganda nem grupo. Um toque e pronto.
Não confirmou? Quem cuida recebe o aviso — antes de virar preocupação. E todo mundo vê o dia dela no app.
“1 colher de sopa de 8 em 8 horas, por 7 dias.” Do jeito que está escrito na receita — e o lembrete fala do jeito que a família fala.
Tirada na hora, pelo celular — e o Tomara lê o nome e os mg da caixa para você conferir. A foto vai em cada lembrete, para ela reconhecer o remédio sem precisar ler.
Comprimido, cápsula, gotas, ml, colher de chá, de sobremesa ou de sopa, medida, sachê, jato ou unidades — com ½ e ¼ quando for o caso.
De 1 a 4 vezes ao dia, de 12 em 12, de 8 em 8 ou de 6 em 6 horas — ou nos horários que você escolher.
Todos os dias, dia sim e dia não, só em alguns dias da semana, ou a cada tantos dias: semanal, quinzenal, mensal.
Uso contínuo, por alguns dias — o antibiótico de 7 dias — ou até uma data. Quando acaba, os lembretes param sozinhos.
“O remédio da pressão”, “em jejum”, “não deitar por 30 minutos”: o lembrete chega com o nome e as instruções que vocês usam.
Áudio, vídeo, foto ou texto de alguém da família, que sai junto daquele remédio — antes dos recados gerais.
O aviso volta até três vezes, com a foto e um recado de quem ama, sempre no lugar do anterior. Depois, o aviso para a família — no tempo que você escolher. Remédio de risco chega com destaque no aviso.
Cada “Já tomei” desconta da caixa, e o aviso de que está acabando chega antes de faltar.
Agende a medição ou anote quando medir. Pelo Telegram, ela tira uma foto da telinha do aparelho e o Tomara lê os números — fica no histórico, com a foto para a família conferir. Sem avaliar o valor: quem avalia é o médico.
Os últimos 30 dias numa folha: o que ela toma, quanto foi tomado de cada um, as pressões e pesos anotados. Para imprimir ou salvar em PDF antes da consulta.
Muita gente que toma remédio não enxerga bem, não lê direito ou nunca aprendeu. O Tomara foi desenhado a partir daí.
A dose vira ícone: dois comprimidos são 💊💊, meio é ½💊, colher é 🥄. E o horário vem com ☀️ manhã, 🌤 tarde ou 🌙 noite.
Além da caixa, a foto do comprimido na mão dela. A família escolhe qual aparece no lembrete.
Um botão no lembrete toca a explicação gravada pela família: “este é o da pressão, toma um comprimido de manhã”. Lendo o que está cadastrado, com a voz de quem ela ama.
Um áudio dizendo “tomei” vale como o botão. E quem cuida pode confirmar por ela, pelo app.
Para quem se confunde, o lembrete pode vir só com o “Já tomei”, verde e grande. E ao tomar tudo do horário, um 💛 e o “obrigado” gravado pela família.
Som alto só para a Zelinha, sem “não perturbe”, letra grande: a família ajusta uma vez, com o nosso passo a passo.
Cada pessoa da família grava recados: um áudio, um vídeo redondo, uma foto. O Tomara alterna entre eles — segunda é a voz do filho, terça a da neta, quarta um vídeo do bisneto.
Recado que já tocou muitas vezes pede para ser renovado, para a voz nunca virar paisagem. Quem não sabe o que dizer encontra sugestões prontas.
Quem mora longe, quem divide o cuidado com os irmãos, quem cuida de alguém que não usa celular, quem se cuida. A conta é de quem abre o círculo; quem participa não paga nada.
Coordenador e suplente decidem; os irmãos acompanham sem pagar nada a mais. Quem dá o remédio e quem recebe alerta se marca pessoa a pessoa.
O lembrete vai para quem dá o remédio — pai, mãe, avó — com o botão “Já dei”. O primeiro que der confirma, e ninguém dá duas vezes.
Remédio de cada um, um avisando o outro. O que for só seu pode ficar privado: só você vê e só você é avisado.
E também: o mesmo remédio para várias pessoas, com a dose de cada uma · remédio privado, que só a própria pessoa vê · silêncio à noite, no horário que você escolher.
Não sugere dose, não confere interação entre remédios e não substitui a orientação de médico ou farmacêutico. Ele lembra, registra e avisa a família — o que tomar é decisão de quem prescreveu.
Quem acompanha não paga. Quanto mais gente cuidando junto, melhor.
R$ 39/mês
ou R$ 390 por ano — 12 meses pelo preço de 10
Quem toma remédio no centro — a mãe, ou o pai e a mãe juntos — e toda a família em volta, cada um com o seu papel.
R$ 59/mês
ou R$ 590 por ano — 12 meses pelo preço de 10
Até 3 círculos na mesma conta: os seus pais, os pais do seu marido ou da sua esposa, e a sua casa.
Quem entrou como família no círculo da mãe pode abrir o círculo da própria casa, com o mesmo login do Telegram. No app, em Círculo › Outro círculo: você passa a coordenar o seu e a responder pela conta dele.
Comece com 30 dias grátis, contados do primeiro “Já tomei”. Familiares ilimitados e sempre grátis, em qualquer plano. Precisa de um quarto círculo? Outra pessoa da família abre a conta dela — e todo mundo continua participando de todos, sem pagar. Valores previstos para o lançamento — hoje o Tomara está em piloto fechado, por convite.
Ninguém precisa ver tudo. Quem coordena decide, pessoa a pessoa, quem dá o remédio e quem recebe os avisos — e é o banco de dados que garante, não só a tela.
| O que | Coordena | Suplente | Família que vê remédios | Família | Quem é cuidado |
|---|---|---|---|---|---|
| Cadastra pessoas e convida a família | ✓ | — | — | — | — |
| Cadastra e corrige remédios e horários | ✓ | ✓ | — | — | — |
| Decide quem dá o remédio e quem é avisado | ✓ | — | — | — | — |
| Vê os remédios e a agenda | ✓de todos | ✓de todos | ✓de todos | ✓se marcado | ✓os seus |
| Confirma “tomei” ou “já dei” | ✓ | ✓se marcado | ✓se marcado | ✓se marcado | ✓os seus |
| Anexa receita | ✓ | ✓ | ✓se marcado | ✓se marcado | ✓a sua |
| Grava recados com a voz | ✓ | ✓ | ✓ | ✓ | — |
| Ouve os recados no app | ✓todos | ✓todos | ✓os seus | ✓os seus | ✓os para ela |
“Se marcado”: quem coordena marca, pessoa a pessoa, quem dá o remédio de quem — em qualquer papel. Os avisos (“ainda não tomou”, estoque acabando, consulta amanhã) seguem a mesma marcação. O suplente pode pedir para coordenar; quem coordena aceita ou recusa. Adulto que se cuida cadastra e edita os próprios remédios.
O responsável pela conta não sai do círculo até outro coordenador assumir. E pagar não é coordenar: dá para pagar o círculo dos sogros e deixar a coordenação com quem está perto.
Marcado como privado, só a própria pessoa vê e só ela é avisada — nem quem coordena.
Criança ou quem não usa celular não entra no app: o lembrete vai para quem pode dar o remédio, com “Já dei”. O primeiro que der confirma — ninguém dá duas vezes.
Quem toma o remédio usa só o Telegram, numa conversa fixada. A família usa o mesmo Telegram e o app do Tomara, que abre no navegador e pode ser instalado na tela inicial do celular.
Foi para isso que o Tomara nasceu. O lembrete vai com a foto da caixa (ou do comprimido na mão), a dose em ícones (💊💊), a voz de alguém da família e um botão 🔊 que explica como tomar. Ela confirma com um toque ou mandando um áudio dizendo “tomei” — e a pressão ela anota tirando uma foto do aparelho.
Hoje, pelo Telegram: uma conversa só, sem disputar espaço com os grupos da família, e com vídeo redondo que toca sozinho. Outros canais estão no nosso radar.
Quem coordena o círculo decide, pessoa a pessoa, quem dá o remédio e quem recebe os alertas. Quem não foi marcado não vê. Remédio marcado como privado, só a própria pessoa vê.
Pode, com o mesmo login. No app, em Círculo, toque em “Outro círculo”: você coordena o novo e responde pela conta dele. No círculo em que você já estava, nada muda — o seu papel continua o mesmo, e continua de graça.
Por conta, não por pessoa: quem abre um círculo responde por ele. Um círculo, R$ 39 por mês; de dois a três, R$ 59. No plano anual, 12 meses pelo preço de 10: R$ 390 e R$ 590, no Pix à vista ou no cartão em até 6x. Os primeiros 30 dias são grátis, contados do primeiro “Já tomei”. Se a pessoa cuidada falecer, devolvemos os meses não usados do anual. Quem só participa — em quantos círculos for — não paga nada. No app, “Minha conta” mostra quantos círculos a sua conta tem. São os valores previstos para o lançamento: durante o piloto, não há cobrança.
Peça o seu convite em Quero testar ou chame no WhatsApp (47) 3407-3070: o link chega pelo WhatsApp e, se quiser, a gente ajuda a montar o círculo. Não há cadastro aberto de propósito — quem entra, entra por convite, e isso mantém os dados da sua família dentro da sua família.